Explorando Cebu

13/04/2017 Puerto Princesa (Filipinas) > Cebu (Filipinas)

Chegamos no aeroporto de Cebu no final do dia, e de lá pegamos um taxi até o terminal de onde saem os ônibus que circulam pela ilha. Quando fechei a rota, descobri que o meio mais barato de chegar nas praias de Cebu são os ônibus amarelos da Ceres. Só que eu achei que era tudo bem mais próximo; pegamos o ônibus às 18h10 e chegamos em Moalboal às 21h20 (o Felipe queria me matar hahaha) – detalhe: pergunte pelo ônibus com ar condicionado! A gente viajou em um ônibus sem ar, e foi bem desafiador porque ele fica lotado de gente.

Ficamos na beira da estrada, e pegamos um triciclo até o Marcosas Cottage Resort. Os quartos são meio antigos mas bonitos, limpos e espaçosos. O café-da-manhã era incluso, a piscina era gigante, ar condicionado funcionava super bem e tinha frigobar. Wi-fi só funcionava na área do restaurante.

 

14/04/2017 – Moalboal (Filipinas)

Acordamos para o café-da-manhã, que estava incluído na diária – e era bem gostoso! Do lado do hotel tinha um mercadinho, e lá eles alugavam moto. Diferente dos outros lugares, o capacete estava incluído no valor do aluguel.

Seguimos na estradinha de Cebu, que é linda de morrer! A viagem até a Kawasan Falls durou por volta de 30 a 40 minutos; estacionamos a motinho na beira da estrada e entramos na trilha da cachoeira. Precisa pagar a entrada, mas a trilha é muito bem estruturada e fácil de se localizar. Infelizmente era feriado, e a cachoeira estava cheia de gente, mas ficamos por lá por um tempo, mergulhamos, subimos até a parte de cima e rendeu boas fotos.

Retornamos para Moalboal para conhecer as praias. A Panagsama tem pouquíssima areia e optamos por seguir até a White Beach. A praia estava abarrotada de gente, mas caminhamos pela areia para conhecer um pouquinho do que tinha lá, almoçamos no restaurante de um hotel, que é pé na areia. Eles têm o costume de armar algumas barracas na areia e alugam para quem quer passar o dia ali – como se fosse nossos guarda-sóis e cadeiras de praia. Como tinha muita gente, saímos para comprar uns snacks e aproveitar um pouco a piscina do hotel, que era gigante.

Também usamos o tempo para replanejar nossos próximos passos. A idéia era no dia seguinte irmos para Dumaguete, mas fazer o Tubarão-baleia de lá seria muito puxado…então decidimos mudar o roteiro e ir direto para Oslob. Encontramos um hotel que ainda tinha vaga e era bem barato, e a boa notícia é que não tivemos que pagar o hotel que cancelamos.

Jantamos no próprio hotel, e foi uma das melhores comidas que experimentamos durante toda a viagem.

 

15/04/2017 – Moaboal (Filipinas) > Oslob (Filipinas)

Quando acordamos, vimos que tinha chovido pela manhã. Tomamos o café-da-manhã, arrumamos nossas malas e fizemos o check-out. O triciclo nos levou até a beira da estradinha, e esperamos pelo ônibus que nos levaria até Oslob. A gente achava que seria o mesmo ônibus que pegamos até Moalboal, mas depois de 10 minutos de espera chegou um ônibus amarelo da Ceres bem mais espaçoso e com ar condicionado (uhuuu). Depois de uma hora e meia, paramos na rodoviária a céu aberto de Bato, onde pegamos o ônibus para Oslob. Em 20 ou 30 minutos chegamos, e apesar de pedirmos para o cobrador nos avisar, o ônibus passou na frente do nosso hotel só que descemos somente no centro de Oslob – tivemos que voltar 5 km de triciclo.

O Lantawan Resort é bem legal, cheio de chalés e bem na beira da estrada. O wi-fi é muito ruim, não tinha café-da-manhã incluído, tinha ar condicionado mas não tinha frigobar. O quarto era um pouco pequeno mas bem confortável. Almoçamos no restaurante do hotel, e ficamos um pouco na beira mar – a vista era muito bonita.

Um cara do hotel nos deu carona de moto a noite até o centro da cidade – sim, estávamos em 3 na moto rs. O centro de Oslob é bem simples mas é bem legal; tem alguns restaurantes, casa de câmbio, mercadinho e muita comida de rua.

Depois de jantar, combinamos com o pessoal do hotel de alugar a moto para o dia seguinte. Compensava mais tanto pelo que pagaríamos, quanto pela liberdade de ir de voltar de onde quiséssemos.

 

16/04/2017 – Oslob (Filipinas)

Acordamos super cedo para ir até o Tubarão-baleia; chegamos lá ainda não era 5 horas da manhã – e já estava cheio de gente. O Whale Shark Watch fica aberto das 6 horas da manhã até o meio-dia, e a gente decidiu ir até a feira da manhã que acontece no centro de Oslob, e tentar voltar mais tarde para ver os tubarões.

A feira é bem rústica e tem de tudo – carne, frutas, vegetais, várias coisas dissecadas. Tomamos café-da-manhã ali, e era extremamente barato e gostoso (confesso que não era o lugar mais limpo do mundo, mas a gente gosta de se misturar com os locais e conhecer um pouco do dia-a-dia deles).

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Feira da manhã em Oslob

Trocamos dólar na casa de câmbio, e debaixo de uma chuvinha chata voltamos no tubarão. Estava bem menos caótico, e foi uma das coisas mais impressionantes que já fiz na minha vida. Ver estes animais em alto mar, fora de cativeiro, foi sensacional. Para ir e ficar no barco você paga 500 pesos, com snorkeling 1.000 pesos e o mergulho com cilindro é 1.500 por pessoa – esse é o preço para turistas, pois os filipinos pagam metade do preço. São 30 minutos de interação.

Saímos de lá impressionados, e seguimos para a Tumalog Falls. Não precisa pagar para entrar, mas não pode descer a estradinha com a sua moto. Descemos a pé porém a subida é bem pesada, então pegamos carona com uns motoqueiros que fazem o percurso por 30 pesos.

A cachoeira é super diferente, mergulhamos um pouco mas o chão dela é meio de lama. Quando saímos de lá, um minitruck quase pegou a gente de moto na estrada; passou muito rápido e tinha muita gente em cima da caçamba. Na velocidade que estavam dava para perceber que não seria possível freiar até a beira da estrada e eles acabaram capotando e bateram em uma casinha na beira da rodovia – o acidente foi muito feio, e foi muita sorte não caírem no barranco à beira mar.

Voltamos ao hotel, e almoçamos em um restaurante muito legal perto do local onde nadamos com os tubarões. Lá eles tinham contato com os barqueiros que fazem o percurso de Oslob até Bohol, e pagamos até mais barato do que o preço normal (800 pesos por pessoa) – não tivemos que pagar nada na hora. Ficou combinado de um triciclo nos buscar no hotel no dia seguinte; saímos de lá e seguimos até o centro histórico de Oslob para caminharmos e conhecermos as redondezas.

 

17/04/2017 – Oslob (Filipinas) > Bohol (Filipinas)

Nós devolvemos a motinho que alugamos na noite anterior, então tomamos café-da-manhã no hotel mesmo e fizemos o check-out. Para não fugir da rotina, nossa carona até o porto não chegou rs mas a gente já tinha super se acostumado com esses imprevistos. O pessoal do hotel foi muito gentil, e correram atrás de um triciclo pra gente – uns fofos, pois eles não tinham obrigação nenhuma de fazer isso.

O porto é uma área recuada em uma pracinha perto do centro. Embarcamos no barco, mas ainda esperamos uns minutos pois outras pessoas ainda embarcariam com a gente. O barco é grande e não balança tanto; a travessia dura de 1:30 a 2 horas e é bastante tranquila – pagamos 800 pesos por pessoa (o preço normal é 1.000 pesos), além do triciclo que nos levou até o barco. É possível fazer este percurso de avião, mas é bem mais caro e achamos que o barco valeu mais a pena 🙂

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Esperando o barco com destino a Bohol sair
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