Enfim, chegamos!

04 de Outubro de 2015 – Domingo

Embarcamos em Guarulhos (SP) no vôo da Emirates das 00h05 do dia 03/10/2015 com destino a Bangcoc. Foram 14h45 até a escala em Dubai, mas não temos muito o que reclamar. No nosso assento de 3 pessoas, fomos só eu e o Felipe; o que nos deu mais liberdade durante o vôo. Eles serviram 3 refeições (jantar, café-da-manhã e almoço).

Eu dormi praticamente a viagem toda; já o Felipe assistiu uns 5 ou 6 filmes pois não consegue dormir de jeito nenhum. Chegamos em Dubai já era noite, e quando descemos do avião já tivemos uma amostra do calor que enfrentaríamos nos próximos 20 dias. A escala era de 6hs, e por causa disso, a Emirates dá um voucher para jantar no aeroporto. No próprio voucher você pode checar quais restaurantes fazem parte deste convênio, e para entrar no clima resolvemos jantar no The Mezzanine (fica próximo ao Portão A2), onde tínhamos opção de 4 buffets: árabe, mediterrâneo, asiático e outro que não me lembro. A comida é bem mais ou menos, e cuidado pois grande parte é apimentada. Você tem direito a uma bebida não alcoólica, o buffet é a vontade e tem algumas sobremesas simples.

Depois disso foi uma longa espera até o horário de seguir viagem. O vôo de conexão saiu às 03h00 da manhã de Dubai com destino a Bangcoc. A aeronave é um pouco menor do que a anterior, mas tão confortável quanto. Nosso vôo chegou no Aeroporto de Suvarnabhumi às 12h30 da tarde (6h30 de vôo). Como não despachamos as malas, já saímos do avião e procuramos pelo Health Control para apresentar o Certificado Internacional de Vacinação da febre amarela; é um processo obrigatório para brasileiros antes de passar pela imigração. Precisa tomar cuidado pois é um balcão bem pequeno. Você preenche um formulário, e já é liberado para passar pela imigração. Por sorte, a fila estava super pequena (contradizendo alguns posts que li antes de viajar, provavalmente por ser baixa temporada). Foi bem rápido, e com o passaporte carimbado, saímos e seguimos a placa do Metro que sai de dentro do aeroporto (Airport Link Rail). A passagem custou 45 bahts/pessoa, e fomos até a estação final, que ainda é longe da Khao San Road – aqui vale citar que ficar próximo à Khao San Road facilitou bastante quando tínhamos que negociar taxi e Tuk-tuk, pois os motoristas tinham maior facilidade para entender para onde queríamos ir.

Chegando na estação Phaya Thai, descemos por dentro de um shopping até a rua – é bem confuso sair do metrô – mas estava chovendo muito nessa hora. Esperamos alguns minutos na frente de um 7 Eleven que fica no térreo do shopping, até conseguirmos pegar um taxi. Antes de entrar, negociamos a viagem por 100 bahts até a Rua Rambuttri – usamos como referência a Khao San Road, que é paralela à rua do hotel que ficamos. O trânsito estava péssimo, e o motorista não falava quase nada de inglês. Foi muito engraçado pois perguntamos se estava chovendo muito ao longo da semana, e ele me entregou um livro com perguntas em inglês, traduzidas para tailândes. Claro que esta pergunta não estava no livro, então desistimos de conversar durante o percurso.

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Taxi da estação Phaya Thai até o Hotel Rambuttri

Chegamos no Rambuttri Village por volta dar 15hs para fazer o check-in. Vale mencionar que alguns hotéis (este é um deles) pedem um depósito de um caução, que você retira quando faz o check-out. Neste hotel não pagamos pelo café-da-manhã.

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Hotel Rambuttri

O calor estava intenso, e apesar de o jetlag não ter nos afetado, resolvemos tirar um cochilo no ar condicionado antes de sair andarilhando por aí.

Saímos do hotel por volta das 19hs e fomos para a Khao San Road. Que loucura é aquela rua! Som alto, muita gente, barraca de tudo quanto é coisa, comida, enfim…sentamos em umas mesinhas na rua, e já pedimos um bucket cada um. Pagamos 300 bahts por 2 buckets, o que valeu muito a pena; afinal, é um balde de bebida! Deu pra observar a quantidade de turistas que habitam esta rua a noite: caindo de bêbado, dançando, sóbrios, sozinhos, socializando… Um homem nos abordou vendendo quadros bordados. Eram lindos, e ele estava vendendo por 650 bahts. No meio da empolgação, conseguimos reduzir para 320 bahts e achamos que pagamos um preço super em conta. Mais pra frente vocês vão ver que pagamos caríssimo no quadro (mesmo pensando que em reais, pagamos R$ 32,00).

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Khao San Road
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Nosso primeiro Bucket!

 

Para finalizar, bebemos uma cerveja por 110 bahts pra matar o calor, e saímos para comer nosso primeiro Pad Thai com Spring Roll na rua – tudo por 120 bahts. E estava uma delícia!

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Pad Thai com Spring Roll

Na volta pro hotel, lembramos de procurar uma agência para acertar o tour do dia seguinte. Na calçada do hotel que nos hospedamos tinha uma agência e pela praticidade paramos lá mesmo. Tinha lido bastante sobre o tour para Ayutthaya, a antiga capital da Tailândia; fechamos o tour para lá no dia seguinte.

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