Boracay

01/04/2017 – Kuala Lumpur (Malásia) > Boracay (Filipinas)

Chegamos meia-noite no aeroporto, foi o tempo de pegar um Uber, tomar banho no hostel, tirar um cochilo de 3 horas, e voltar para pegar o vôo com destino a Boracay. Esse vôo foi um achado, pois grande parte das pessoas chega nas Filipinas por Manila – e pelos relatos, o aeroporto é uma bagunça e os vôos atrasam com frequência (nem me fale de atraso!) então muita gente passa horas lá esperando o próximo vôo. Como não planejamos fazer nada por lá, conseguimos ir direto para nosso primeiro destino nas Filipinas.

Eu tinha esquecido como os vôos da Air Asia são um freezer – sempre carregue uma blusa na bagagem de mão. Existem 2 aeroportos em Boracay: Caticlan e Kalibo. O Caticlan é muito próximo do porto que leva até Boracay, enquanto Kalibo fica a 1 hora e meia deste mesmo porto. Nós optamos pelo Kalibo, pois os vôos que chegavam no Caticlan tinham escala obrigatória em Manila – compramos essa passagem na Cebu Pacific, uma das low costs das Filipinas.

Durante a imigração ninguém deu bola para o nosso certificado da febre amarela – li em vários lugares que é obrigatório. Na saída do aeroporto do lado direito, tem 2 cabines de casa de câmbio; trocamos uma parte do nosso dinheiro e acertamos na hora a van até o porto. Uma hora e meia depois, chegamos no porto. O barco estava incluso no valor da van, mas é obrigatório o pagamento das taxas de meio-ambiente e do terminal – eles recolhem os comprovantes no caminho até o barco.

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Barco que faz a travessia de Caticlan até Boracay

Atravessamos o canal e chegamos em Boracay por volta das 06:00PM; pegamos um triciclo até o hotel Greenyard Inn, nos trocamos e saímos para caminhar. A beira da praia é bastante animada, cheia de bares, restaurantes e barraquinhas de souvenir; jantamos e voltamos para o hotel para dormir.

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Todos os dias os locais fazem essa escultura na areia, e você tira uma foto depois de pagar uma gorjeta

 

02/04/2017 – Boracay

Nos hospedamos na White beach – ela é dividida nas Stations 1, 2 e 3. A Station 1 é próxima do D’mall, onde estão os restaurantes, bares e lojinhas mais badalados; A Station 3 é a mais afastada, com menos agito mas ainda assim com bastante vida noturna – você consegue ir de ponta a ponta em uma caminhada de meia hora. E finalmente, a Station 2 que conecta as demais foi onde nos hospedamos. Durante o planejamento, tivemos que mudar alguns traslados e quando tentamos aumentar uma diária no hotel que reservamos antecipadamente, não tinha mais vaga. Por este motivo, ficamos uma noite no Greenyard Inn, e depois seguimos para o outro hotel onde passaríamos o resto dos dias em Boracay.

Acordamos e estava chovendo bastante. Tomamos o café-da-manhã incluso na diária, e diferente de muitos lugares, nas Filipinas o café-da-manhã não é servido em buffet; eles preparam o prato na hora, em porção individual (mas muito bem servida). Assim que a chuva deu trégua saímos para procurar o hotel Villa Sunset Boracay.

O Greenyard Inn é meio escondidinho, mas é muito confortável, limpo e agradável. Fomos recebidos com uma plaquinha com nosso nome, super personalizado! Quarto e banheiro são enormes, tem frigobar, ar condicionado e a internet funciona razoável; fica longe do barulho, mas ao mesmo tempo é bem próximo da beira da praia. Nós gostamos mais do Villa Sunset Boracay pois além do que o Greenyard Inn oferecia, tinha piscina, e ficava um pouco mais próximo do agito; ainda assim era silencioso, porém o ar condicionado do nosso quarto era muito barulhento. Também era bem agradável, quarto e banheiro bem grandes e fomos super bem recebidos. Em ambos a gente tinha café-da-manhã incluso na diária.

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Hotel Villa Sunset Boracay

Neste dia, nós almoçamos barbecue no Azurro seafood – muito caro, não vale a pena – e curtimos um pouco a praia. Ela não é muito bonita, é bem cheia de gente e barco para todos os lados. A noite existem bares com música ao vivo, e descobrimos o Sugba de Boracay: tomamos cerveja, comemos porção e curtimos uma banda de reggae bem legal que estava tocando lá.

 

03/04/2017 – Boracay

Neste dia alugamos uma moto para rodar um pouco a ilha. O triciclo fica mais caro pois eles cobram pelo tempo que ficam aguardando nos locais que você quer parar. Vale muito a pena conhecer as praias mais afastadas: ficamos na Llig-Lligan e Puka beach. As praias são bem limpinhas e tem bem menos gente que a White beach. Ficamos o dia todo por lá; eles disponibilizam esteiras e guarda-sol se você consome no bar/restaurante deles.

Devolvemos a moto no final da tarde, e descobrimos que era um cara meio clandestino mas não tivemos nenhum problema.

A noite compramos alguns souvenirs e ficamos no mesmo bar na beira da praia curtindo a banda de reggae.

 

*** Sobre Boracay…***

É possível encontrar de tudo em Boracay: muita gente e agito em White Beach, com muitas atividades no mar (Island hopping e vários esportes radicais) e um pouco mais de sossego nas praias mais afastadas. Confesso que não achei White Beach muito bonita, mas é uma praia cheia de energia e repleta de opções que atendem a todos os gostos. A noite é bem animada, e talvez o número de pessoas acaba ofuscando a beleza natural da ilha. Existem algumas casas de câmbio, e se você se hospedar em White Beach é possível fazer praticamente tudo a pé.

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