Chicago

Sabe aquelas cidades que têm cara de filme, mas alma de bairro? Chicago é bem isso. Com seus arranha-céus imponentes, pontes sobre o rio, aquele vento gelado e uma vibe que mistura arte, música e muito coração, a cidade consegue ser grandiosa sem perder o charme das pequenas descobertas.

Chicago é uma cidade para quem ama caminhar, observar, provar, sentir o lugar de verdade. E neste post, a ideia é te mostrar tudo isso: o que fazer, o que comer, onde se perder (no bom sentido!) e como viver a cidade com o olhar curioso de quem está descobrindo tudo pela primeira vez.

Antes de embarcar, eu comprei o Chicago City Pass, pacote que te da acesso a 5 atrações, por um valor menor do que se você comprar os ingressos individualmente (o site mostra o comparativo dos preços). O ingresso inclui a visita ao Shedd Aquarium e ao Skydeck Chicago + três atrações a sua escolha:

  • Shoreline Sightseeing Architecture River Tour
  • Field Museum
  • 360 CHICAGO Observation Deck
  • Griffin Museum of Science and Industry
  • Art Institute of Chicago
  • Adler Planetarium

Eu me hospedei no Freehand Chicago durante 1 final de semana, já que a localização e preço eram muito convenientes (fiz essa viagem em 2017, então pode ser que algumas coisas tenham mudado). Partindo do hotel, esse foi o roteiro a pé que eu segui:

Decidi começar pelo famoso observatório de vidro 360 CHICAGO Observation Deck, localizado a 300 metros de altura no 94º andar do John Hancock Building. O ingresso normal te dá acesso ao deck principal; existe outro ingresso que dá direito a acessar o TILT (“inclinar” em português) – plataforma de vidro que se inclina para fora do edifício. A estrutura segura os visitantes em uma parede de vidro e, lentamente, os inclina cerca de 30 graus para fora da fachada do prédio, criando a sensação de estar literalmente pendurado sobre a cidade.

De lá, segui a pé pela Magnificent Mile (The Mag Mile) – trecho que vai da Oak Street até o Chicago River, considerado principal centro turístico da região, passando na frente do famoso Wringley Building – construído em 1924.

Minha próxima parada foi no Skydeck Chicago – mirante localizado no 103º andar da Willis Tower (antiga Sears Tower), o segundo prédio mais alto dos EUA. Com uma vista panorâmica de até 80 km em dias claros, é possível ver até 4 estados: Illinois, Indiana, Wisconsin e Michigan. A principal atração do Skydeck é o “The Ledge”, que são sacadas de vidro que se projetam para fora do prédio, a mais de 400 metros de altura. Quando você entra nelas, fica em pé sobre o chão de vidro transparente.

Após uma caminhada de 15-20 minutos está localizado o Millenium Park, uma das áreas verdes de Chicago que fica à beira do Lago Michigan – um dos cinco Grandes Lagos da América do Norte, e o único que está completamente dentro dos Estados Unidos. É neste parque que você vai encontrar o Cloud Gate, também conhecido como “The Bean” (O Feijão) – uma estrutura de aço inoxidável que reflete o skyline de Chicago, o céu e as pessoas ao redor. Dentro do parque existem várias esculturas e obras de artistas diversos.

Um pouco mais adiante está o The Museum Campus – onde você vai poder visitar como parte do Chicago City Pass :

  • Adler Planetarium: atração com exposições interativas e espetáculos de alta tecnologia sobre o espaço
  • Field Museum: museu de história natural, que possui uma área dedicada aos dinossauros
  • Shedd Aquarium: aquário que acabei visitando na época, mas atualmente não colocaria no meu roteiro, por se tratar de exposição de animais

Retornando para a regiao próxima da Mag Mile, está localizado o Navy Pier – que atualmente comporta restaurantes, lojas e atrações diversas, mas que antigamente era um centro de treinamento da marinha. Foi ali que eu experimentei a famosa deep dish pizza (ou stuffed pizza) no Giordano’s.

Chicago é uma cidade cheia de vida e com uma diversidade imensa de atividades, e se você tiver tempo, vale a pena explorar além dos locais que eu mencionei nesse post. Boa viagem!

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