Chiang Rai

Na nossa primeira viagem para a Tailândia, nós usamos Chiang Mai como base para fazer a visita no Templo Branco. Nós contratamos um tour, que começou às 6h30 da manha e terminou às 21hs. Ao longo da viagem, conhecemos os seguintes pontos:

  • Hot Spring: depois de uma hora de viagem, paramos nesse local que tem águas termais
  • White Temple (Wat Rong Khun): depois de 1h30 de viagem, chegamos no Famoso templo branco
  • Tribo das Long Neck Women: percorremos 30 minutos e chegamos neste local
  • Golden Triangle: último percurso de 1 hora para chegar na intersecção do rio Mekong, onde Tailândia, Myamar e Laos fazem divisa

A viagem de retorno foi super cansativa; pegamos um congestionamento na estrada e demoramos por volta de 5 horas para conseguir chegar no hotel.

Desta vez, apesar de Chiang Mai ser uma cidade muito bacana, nós decidimos nos hospedar em Chiang Rai, para ter maior flexibilidade e também conhecer outros templos da cidade. Alugamos nossa scooter (250 Bahts/24 horas) e começamos a explorar a cidade:

Rong Suea Ten Temple (Blue Temple): Famoso por sua vibrante coloração azul e detalhes em dourado, foi projetado por um discípulo de Chalermchai Kositpipat, criador do Templo Branco. Inaugurado em 2016, o templo combina tradições budistas com um estilo artístico contemporâneo. Não precisa pagar nada para fazer a visita.

Almoço à beira do rio Mae Nam Kon: a caminho da cachoeira de Khun Korn, nós observamos vários restaurantes à beira do rio ao longo da estrada. Achamos muito curioso e decidimos almoçar por lá. É tudo muito simples, muitos dos restaurantes não tem cardápio em inglês, mas notamos que é um costume local as pessoas sentarem nas mesinhas no rio, e aproveitar o dia com a família por lá.

Khun Korn Waterfall: é a mais alta da província de Chiang Rai, com 70 metros de queda. Está localizada no Parque Florestal Khun Korn, e é acessível por uma trilha de 1,4 km de dificuldade média. Não precisa pagar para visitar a cachoeira.

Wat Huay Pla Klang (Templo da Deus da Graça Chia): é um complexo budista, conhecido pela estátua branca de 69 metros da deusa da compaixão, Guan Yin. O templo combina elementos arquitetônicos tailandeses e chineses, destacando-se também por uma pagoda de nove andares e esculturas detalhadas de dragões. Está localizado no topo de uma colina, oferecendo uma linda vista panorâmica da região. Não precisamos pagar para visitar.

Wat Rong Khun (Templo Branco): inaugurado em 1997, o Templo Branco foi projetado pelo artista Chalermchai Kositpipat,  e seu diferencial é sua estrutura inteiramente branca com detalhes espelhados, simbolizando a pureza e a iluminação. Nós pagamos 100 Bahts por pessoa para visitar.

Chiang Rai Night Bazaar: é o típico night market, com barracas de roupas e souvenirs, e uma diversidade grande de restaurantes locais.

    Tínhamos na nossa lista outros lugares que acabamos não conhecendo por falta de tempo:

    • Singha Park Chiang Rai: antiga fazenda de cevada da cervejaria Singha, atualmente abriga um parque com vastas plantações de chá, jardins floridos, lagos e trilhas para ciclismo e caminhadas.
    • Wat Sang Kaew Phothiyan: o complexo abriga inúmeras estátuas de divindades budistas e hindus, além de um salão principal ricamente decorado. Localizado no topo de uma colina, oferece vistas panorâmicas da região e é fora do roteiro turístico tradicional.
    • Wat Tha Ho: é reconhecido como um mosteiro onde monges vivem em reclusão . Situado em uma região menos explorada, proporciona uma experiência autêntica para aqueles que buscam conhecer a espiritualidade local longe das rotas turísticas tradicionais.
    • Choui Fong Tea: é uma das maiores e mais renomadas plantações de chá da Tailândia, localizada nas colinas do distrito de Mae Chan. Com vastos campos de chá verdejantes, e uma vista panorâmica, também oferece degustações de chás como oolong e matcha. A entrada é gratuita, e o complexo funciona diariamente das 8h30 às 17h30.

    Por fim nós gostamos muito de nos hospedar em Chiang Rai, é tudo muito barato e conhecemos templos diferentes. Além disso, facilitou muito a logística para visitar o Templo Branco: fomos os primeiros a entrar, evitando as multidões que chegam nos ônibus e vans.

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