O White Temple, em Chiang Rai

09 de Outubro de 2015 – Sexta-feira

No hotel também ofereciam alguns passeios através de uma agência conveniada. Quando consultamos os valores, o pessoal do hotel disse que como o passeio saía cedo, eles preparavam um café-da-manhã para comermos no caminho. A van nos buscou entre 6-6h30, e o nosso café para viagem estava uma delícia (lanche de presunto e salada, e um suco).

O tour iniciou às 6h30 saindo do hotel, e tinha horário de chegada em Chiang Mai somente às 20hs. Com certeza seria uma viagem pesada, então logo no início resolvemos tomar um Dramin (principalmente o Felipe, que quase sempre tem enjôo em van). Foi uma boa porque deu pra dar uma cochilada.

Com 1 hora de viagem, fizemos a primeira parada: Hot Spring; uma espécie de termas com água quente. A água era muito quente mesmo…tão quente, que alguns locais deixavam ovos em banho-maria, e vendiam para a turistada comer durante a parada. Curiosíssimo!

Depois de 20 minutos de parada, seguimos viagem para Chiang Rai. A ansiosidade estava matando, porque finalmente estávamos chegando em um dos principais motivos da viagem: no White Temple (Wat Rong Khun)!

Depois de mais 1h30 de viagem, a van estacionou, e lá estávamos! De acordo com nosso guia – que seguia viagem conosco na van – depois de viver 10 anos em Londres e ficar muito famoso, Chalermchai Kositpipat se deu conta que na Tailândia (seu país natal) não era tão conhecido assim. Para tornar-se conhecido e deixar uma homenagem para o povo tailandês, investiu capital próprio para construir o White Templo. Apesar de o templo estar aberto para visitação desde 1997, os visitantes passariam a pagar entrada somente após a construção estar finalizada (daqui 60 anos). É um templo diferente dos demais da Tailândia; representa a arte moderna, o contemporâneo; rico em detalhes e que fotos não representam sua grandeza e beleza.

Tivemos 1 hora para ficar andando por lá. Que impressionante! Se é assim antes de terminado, imagine quando ficar pronto. Detalhes, interpretações e real significado, eu deixo para quem tiver a oportunidade de conhecer, que tire suas próprias conclusões – ou então, é só procurar no google rs.

Saindo do White Temple, em meia hora de viagem chegamos na tribo das Long Neck Women, onde era possível fazer uma visita e interagir com elas se pagasse um valor adicional. Muitas pessoas classificam como “Zoológico humano”, exploração, enfim… eu e o Felipe simplesmente não tínhamos interesse em conhecer, então ficamos aguardando essa visita de meia hora. Andamos pela feirinha, encontramos esculturas “curiosas”, mas o ponto alto de esperar foi a barraquinha de frutas frescas. O abacaxi estava ótimo!

Com mais 1 hora de viagem, paramos para almoçar (incluso no tour) próximo ao Golden Triangle.

O Golden Triangle é uma região onde 3 países fazem divisa: Tailandia, Myanmar e Laos. É composta por um rio, que toca os 3 países (por isso chamada de “Triângulo do Ouro”), e que viabilizou a formação de uma área com muitos comerciantes. A história é bem similar a do Pablo Escobar com a cocaína, porém com o ópio/heroína. É bem interessante; lá tem a opção de fazer um passeio de barco neste rio, pagando um valor adicional. Acho que já dá pra perceber que eu e o Felipe não somos muito chegados em adicionais “pra turista ver”…também decidimos não fazer, pois o itinerário não chamou nossa atenção.

Enquanto esperávamos o grupo (1 hora) conhecemos os arredores do pier. Tinha um templo ao ar livre, além de muitas barraquinhas com souvenirs. Estava muito quente, então decidimos comprar uma cerveja no 7 Eleven. Não conseguimos! O mercado só podia vender bebida alcoólica a partir das 17hs; então ficamos no garrafão de água mesmo.

Já era por volta das 15hs, e o tour ainda não tinha acabado. Seguimos para um view point, de onde podíamos ver toda a cidade. Lá também tinha alguns templos e estátuas bem bonitas.

Esta foi a última parada, e iniciamos a viagem de retorno às 16hs. Foi bem tenso. Não passamos mal, mas pegamos um super congestionamento em Chiang Rai; estava chovendo e o motorista da van corria a 150km/hr na estrada escura e sinuosa (van da morte parte 2; me lembrou muito a van que pegamos no Peru – em próximos relatos vocês vão entender). Depois de 5hs de viagem, chegamos 21hs no hotel.

Aqui vale um parênteses…bem sinceramente, eu e o Felipe queríamos somente conhecer o White Temple. Todo o restante do tour foi dispensável; portanto se pudéssemos escolher novamente, teríamos feito: Bangcoc > Chiang Rai; dormiríamos lá uma noite, para no dia seguinte visitar o White Temple e seguir viagem para Chiang Mai. Fica a dica!

Ao chegar em Chiang Mai, foi tempo suficiente para eu comer um lanche no 7 Eleven, e o Felipe uns espetinhos esquisitos na rua mesmo. Pedimos para o pessoal da recepção chamar um taxi para o aeroporto e preparar o café-da-manhã para tomar no aeroporto (nosso vôo era 6hs da manhã do dia seguinte). Tomamos um bom banho, arrumamos as malas e capotamos!

Próximo destino: Krabi!

Anúncios

2 comentários

    • Oi Yasmin! Obrigada pela mensagem! Nós pagamos 750 bahts por pessoa no tour…mais ou menos 75 reais. Mas não achei que compensa tá? Se pudesse refazer, pegaria um vôo direto para Chiang Rai, visitaria o Templo Branco que é de graça, e depois pegava um transfer até Chiang Mai. Qqr dúvida é perguntar!

      Curtir

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s